haverá novamente um novo dia, sem pretextos, sem protestos.
A mesma vaga que vem é a mesma vaga que vai.
Initerrupta, incessante, fragmentada em mil gotas.
Enquanto vagalhões adentram o sonho,
envergando vigas, partindo-se em dores.
Entre os extremos, vagões descarrilham, sob tudo que foi enterrado.
Em perene desequilibrio constantemente distante.

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