sábado, 30 de junho de 2012





em todas as suas linhas, estavam, em entrelinhas, todas as linhas deste poema vinte!
o tempo corre e cada minuto que perco da vida ao seu lado, é um pouco mais escuro e triste a cada hora. o tempo corre e näo há mais pressa. nos soltamos as mãos para ficar inalcançáveis. minha alma verte lágrimas em meu total desconhecimento, apenas a face sentindo o molhar pelos olhos.  o tempo corre e eu perdi meus movimentos. paralisia pela metade. talvez, aceite de fato o seu pedido. deixar você em paz com sua vida. há muito oferecimento seu em detrimento a mim. 
nunca fui, nem serei nada além do que quis. e fiquei por aqui, sem palavra alguma. nenhum carinho ou revelação dita claramente, com certeza e conclusão. nenhuma flor, espelho, bolhas de sabão ou qualquer coisa que alimentasse minha alma. 
apenas vazio, só preenchido com educação e polidez. e as poesias, junto as de todas as outras ficaram por lá. todo o seu clã de supermulheres, onde eu não habito senão como hécate.poesia para mim, nunca mais. 
aqui jaz!


neruda me enterrou por ti. 











Nenhum comentário:

Postar um comentário

quem vem junto!

sou muitas...

Minha foto
RIO DE JANEIRO, RJ, Brazil
quando souber escrevo, prometo